10 de março de 2015

28 posições sexuais para lésbicas


Publicação da revista “Cosmopolitan” que tem como leitoras em sua maioria mulheres heterosexuais, explorou uma área muito interessante no mercado editorial feminino, o prazer sexual de mulheres que gostam de outras mulheres.

A “Cosmopolitan” é uma revista feminina publicada no mundo inteiro. No Brasil essa revista recebe o nome de NOVA e tem como foco principal informar as mulheres sobre como melhorar os seus momentos de íntimos de prazer. Lançado em 2014, o guia Kamasutra é ilustrado e intitulado “28 Posições Incríveis para o Sexo Lésbico”. 








Cosmopolitan

26 de fevereiro de 2014

Fazer xixi após a relação sexual pode diminuir o risco de infecção urinária

Poucas mulheres gostam de falar sobre o assunto, mas a grande maioria delas sente ou já sentiu ardência ou dor na região genital. Entre as principais causas desse desconforto, está a infecção urinária, mais comum nelas por causa do tamanho da uretra feminina, menor que o da uretra masculina, o que facilita a chegada da bactérias na bexiga, como explicaram o ginecologista José Bento e o urologista Leonardo Lima Borges no Bem Estar desta quinta-feira (20).

Uma das maneiras de diminuir o risco de infecção é fazer xixi logo após a relação sexual, para "lavar" a uretra e eliminar as bactérias que possam ter entrado. Segundo os médicos, segurar o xixi por muito tempo é um fator de risco para infecção, assim como a baixa imunidade, o atrito na relação sexual e a gravidez.


Fonte
G1

21 de janeiro de 2013

Em nova edição, revista ‘Elle’ apoia o casamento entre iguais


18 de janeiro 2013

Enquanto as ruas de Paris são tomadas por manifestações contra a união e adoção de crianças por pessoas do mesmo sexo, a revista “Elle” resolveu falar abertamente sobre a legalização do casamento gay na França.

A capa da nova edição traz um casal de noivas com o tema “Casamento para Todos” em destaque. “Esse debate não é primariamente entre o velho e o moderno, a direita e a esquerda, os homofóbicos e os progressistas: existem gays, católicos pró-casamento, psicólogos inclinados à direita ou à esquerda fortemente agarrados ao simbolismo da diferença de gênero como uma necessidade para qualquer filho em potencial. Existem feministas que advogam a fertilização in vitro para lésbicas, mas que se opõem a mães de aluguel para gays porque elas denunciam a mercantilização do corpo das mulheres”, explicou a diretora Valérie Toranian no editorial da publicação.

O projeto de lei que permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo na França foi apresentado pelo Executivo em novembro de 2012. A previsão é que seja votado no Parlamento ainda no mês de janeiro e conta com o apoio do presidente François Hollande.

Fonte:  G Online

7 de novembro de 2012

Wisconsin elege primeira lésbica assumida ao Senado americano

Tammy Baldwin, de 50 anos, também é a primeira mulher a ocupar o cargo pelo estado

MILWAUKEE — A representante democrata de Wisconsin, Tammy Baldwin, fez história ao se tornar a primeira lésbica assumida a ser eleita como senadora nos Estados Unidos, ao derrotar o ex-governador Tommy Thompson. O resultado é mais um revés para os republicanos. Tammy, de 50 anos, torna-se também a primeira senadora mulher do estado. Ela entrou para o Congresso em 1998.

Mas, ainda que tenha grande relevância histórica, a orientação sexual de Tammy nunca foi relevante para a campanha, uma das mais caras da história de Wisconsin - cada candidato arrecadou pelo menos US$ 65 milhões. Baldwin, uma conhecida política liberal no Congresso, assumiu uma postura moderada durante a campanha, ao prometer apoiar investimentos em infraestrutura, educação e investigação com o objetivo de criar empregos.

Segundo projeções, o Senado deve permanecer democrata, com 48 cadeiras para os democratas e 42 para os republicanos. Os dois candidatos republicanos que causaram polêmica nos EUA com sua declarações controversas sobre o aborto vão perdendo cadeiras no Senado americano. Em Indiana, o republicano Richard Mourdock, que declarou mês passado que a gravidez pós-estupro ocorre por vontade de Deus, deve perder a disputa para o democrata Joe Donnelly. Já no Missouri, depois de dizer em agosto que “se ocorrer uma violação legítima, o corpo da mulher tem mecanismos para se fechar”, Todd Akin perdeu para a democrata Claire McCaskill. Com 20% das urnas apuradas, ela tem 55% dos votos contra 38% para Akin.

Link
O Globo

12 de junho de 2012

Mulher finge ser garoto para manter relação sexual com menina nos EUA

Carissa Hads, 24, usou pênis falso em relação com menina de 15 anos.
Para esconder os seios, ela usava armação ortopédica que cobria torso.

Uma mulher de 24 anos foi presa nos EUA acusada de se passar por um adolescente para manter relações sexuais com uma garota de 15 anos, relata o site "The Smoking Gun".

Carissa Hads, conheceu a vítima, A.L., pela internet e se apresentou como James Puryear Wilson. Em dezembro de 2011, após 14 meses de namoro virtual, "James" fez um convite para as duas se conheceram, diz o site.

Carissa e A.L., que moram em estados diferentes, se encontraram três vezes. O primeiro encontro foi monitorada pela mãe da vítima e, no segundo, as duas mantiveram relação sexual.

Ainda segundo o portal, A.L. relatou que nunca viu Carissa nua. Para esconder os seios, ela usava uma armação ortopédica que cobria o torso e, durante o sexo, a mulher usou, sem tirar as calças, um pênis artificial com cor de pele.

Uma amiga de A.L. ficou com suspeitas, e a garota começou a colaborar com a polícia. No terceiro encontro, em maio deste ano, Carissa foi presa. Ela pode pegar até 30 anos de prisão, informa o site.

Fonte

29 de maio de 2012

Câncer de mama mata 40% das mulheres diagnosticadas com a doença no Brasil

Dado faz parte de estudo sobre a incidência da doença na América Latina

A cada 10 mulheres diagnosticadas com câncer de mama no País, quatro vão morrer vítimas da doença. O dado faz parte de um levantamento sobre a doença encabeçado pela pesquisadora Nahila Justo, diretora da consultoria externa Optum Insight, especializada em saúde.

“Entre todos os países da América Latina, o Brasil e o Panamá foram os que tiveram menos progressos contra a doença se compararmos 2002 a 2008”, aponta Nahila.

Nesses últimos anos, exemplifica a pesquisadora, a Costa Rica conseguiu reduzir pela metade a taxa de mortalidade do câncer de mama. Na Europa, esse índice é de duas mortes para cada 10 diagnósticos.

Dentre todos os tipos de câncer, o de mama ainda é o mais fatal para a população feminina. A estimativa do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é de que 52.868 mulheres sejam vítimas da doença este ano.

“E a tendência é que o número de casos dobre até 2030 na região”, garante Nahila.

O aumento nos números está relacionado com o envelhecimento da população, a redução na taxa de natalidade e o aumento na expectativa de vida.

“Estamos observando uma transição epidemiológica. As pessoas estão vivendo mais e, por isso, tendo mais câncer”, avalia Denizar Vianna, professor do departamento de Clínica Médica da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ).

Nahila ressalta também a idade da primeira gestação (geralmente acima dos 30 anos), o uso de anticoncepcionais orais e a terapia de reposição hormonal como outros fatores para explicar esse aumento.

O estudo revelou também a diferença na idade em que o câncer acomete as mulheres nos países latino-americanos e nos europeus.

"Na América Latina são mulheres mais jovens, em idade produtiva. Mais da metade (60%) estão em plena capacidade de trabalho e têm filhos pequenos, afetando os recursos do país”, ressalta.

Diagnóstico e tratamento

O diagnóstico tardio explica parte dos resultados ruins na região. Quase 40% das mulheres brasileiras descobrem o câncer de mama no estágio avançado da doença, quando as chances de cura são menores e os tratamentos mais agressivos.

O dado é de outra pesquisa sobre a doença, realizado pelo Grupo Brasileiro de Estudos do Câncer de Mama (GBECAN), e corrobora os índices apresentados nesta sexta-feira (25). Nos Estados Unidos, 61% conseguem rastrear a doença na fase inicial.

Para mudar esse quadro, Nahila acredita que é preciso melhorar o conhecimento de governantes, médicos e pacientes sobre a enfermidade.

“Entendo que em países com recursos limitados como na América Latina é preciso equilibrar investimento em diagnóstico e tratamento. Por isso, acho que fazer a mamografia aos 50 anos é suficiente. Mas precisamos também acompanhar de perto mulheres com alto risco de desenvolver a doença e incentivar o exame de toque antes dos 50. Ginecologistas e enfermeiros também devem estar preparados para realizar o exame. Isso seria um avanço”, diz a especialista.

“Temos um número bom de pessoas fazendo mamografia, mas o exame é ruim. No Rio de Janeiro, por exemplo, 70% dos exames precisam ser refeitos porque são de péssima qualidade. Além disso, a mulher demora meses para conseguir uma consulta, ela pode esperar até seis meses para passar por um ginecologista. O governo tem feito vários esforços, mas a demanda ainda não é suprida e há muita diferença entre os estados”, completa Gilberto Amorim, da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC).

O levantamento do GBECAM mostra que na rede pública 37% das mulheres descobrem a doença em estágio avançado contra 16,2% da rede privada. O estudo ressaltou também as diferenças regionais. Na região Norte, por exemplo, 46,2% das mulheres recebem o diagnóstico de câncer avançado contra 25% no Sul.

Para Amorim, além da questão dos exames, é preciso oferecer um melhor treinamento aos agentes de saúde e garantir o encaminhamento correto dos pacientes.

“Não podemos ter centros de referência tão frágeis, nem tanta dificuldade de acesso, porque tudo isso resulta em um diagnóstico tardio”, completa.

Fonte:

28 de maio de 2012

Parada do Orgulho LGBT de SÂO PAULO

A homossexualidade feminina

A história de Suely, uma mulher casada e com filhos que se apaixonou por outra mulher

Suely é uma comerciante de 39 anos. Casada há 18, tem um casal de filhos adolescentes e uma relação bastante tranquila com o marido; há entre eles carinho e muita amizade. Entretanto, de oito meses para cá, sua vida deu uma reviravolta. Foi quando precisou contratar uma nova gerente para sua loja, e conheceu Flávia. O convívio constante com a moça, 12 anos mais nova, fez com que percebesse como se sentia atraída sexualmente por ela. Flávia, que já havia tido outras relações homossexuais, facilitou as coisas e não demorou muito para iniciarem uma relação amorosa e se apaixonarem. Sem saber bem que atitude tomar, Suely desabafa: “Todos os homens com quem transei, e aí se inclui o meu marido, estiveram mais preocupados com o prazer deles do que com o meu. Sempre foi muito difícil para mim chegar ao orgasmo. Com a Flávia é maravilhoso, além de eu ter vários orgasmos seguidos, temos uma transa muito mais demorada e gostosa”.

A primeira homossexual de que se tem notícia é a poeta Safo. Ela viveu no século VII a.C., em Lesbos, uma ilha grega ao norte do Mar Egeu. Seus poemas, dirigidos às mulheres, são ardentes e sensuais As mulheres que amam pessoas do mesmo sexo são chamadas de lésbicas em referência ao lugar onde ela nasceu. Safo era objeto de gracejos obscenos e julgamentos moralistas. Seus amores foram ridicularizados pelos poetas cômicos de Atenas.

Mas hoje, 2700 anos depois, como as pessoas reagem à homossexualidade feminina? Sem dúvida, ela sempre foi mais tolerada do que a masculina. Socialmente existe maior liberdade para as mulheres se tocarem, se beijarem, se aconchegarem, manifestando carinho umas pelas outras. A relação amorosa entre elas é menos evidente e é mais fácil dissimular sua verdadeira orientação sexual.

Duas mulheres bonitas e atraentes podem formar um casal, confundindo as pessoas, que ficam surpresas quando percebem sua orientação sexual. Nas pesquisas de Shere Hite sobre sexualidade feminina, 144 mulheres (8% das entrevistadas) declararam preferir fazer sexo com mulheres.

Contudo, o fato do corpo feminino não ser provido de órgão de penetração intriga muita gente, que não entende como pode haver uma relação sexual sem a presença do pênis. O prazer é possível porque a excitação da mulher é diferente da do homem: é uma resposta de todo o corpo. Lábios, pescoço, orelha, barriga, costas, seios, nádegas e joelhos são algumas das zonas erógenas femininas mais importantes.

Alguns autores chegam a afirmar que, na nossa cultura machista, se o prazer sexual for medido por resposta orgástica, o sexo entre duas mulheres parece mais bem sucedido do que a atividade heterossexual, além de se encontrar nele maior igualdade no dar e receber da experiência sexual.

Muitas mulheres se queixam de que o homem, por não perceber que a excitação do corpo feminino não é necessariamente alcançada por meio de sensações genitais, inicia o ato sexual estimulando diretamente o clitóris. E, sem preliminares, parte logo para a penetração, o que desagrada à mulher, não lhe dando nenhum prazer.

Entretanto, acredito que nada disso significa que um homem não possa dar grande prazer a uma mulher, desde que ele rompa com os estereótipos de sexualidade masculina da nossa cultura patriarcal e se proponha a trocar afeto e prazer com a parceira, sem preocupações com o próprio desempenho.

Há algum tempo perguntei a algumas pessoas o que pensam a respeito da homossexualidade feminina. [Deixe também seu comentário abaixo]:

"Esteticamente acho muito bonito. Sou um voyeur, gosto de ver, não me choca. Mas acho muito fácil o amor entre iguais. Aposto mais no amor hetero; é mais difícil você encontrar o prazer no sexo diferente do seu". Sílvio Tendler - cineasta

"Acho normal, assim como o amor entre homens. Depende da natureza erótica de cada um. A tendência do mundo é a bissexualidade". Tônia Carrero - atriz

"Os casamentos lésbicos que eu conheci eram de tal forma harmônicos e felizes que eu diria que se eu fosse mulher pensaria seriamente no assunto. Neles eu percebia uma tranquilidade que dificilmente vi nos casais hetero. Às vezes, o homem é tão sacana com a mulher, tão insincero, que muitas mulheres devem ficar de saco cheio e procurar outra mulher". Lula Vieira - publicitário

"A mulher, quando opta por uma relação com outra mulher, geralmente pega o pior do homem, o lado machão. E o homem também, quando resolve ser gay, pega o pior da mulher, o lado fútil. O interessante é a liberdade absoluta, ninguém precisar representar papéis, viver preso a estereótipos. Ter uma relação natural com alguém do mesmo sexo, sendo você mesmo, é o grande desafio. Mas isso é o que ameaça o sistema, então, se impõem a essas pessoas estereótipos de bicha louca ou de mulher machona, e todos caem como patinhos". Marcus Alvisi - diretor de teatro

"Kinsey e outros pesquisadores concluíram que entre os humanos há mais machos do que fêmeas praticantes do homoerotismo. A meu ver, a predominância numérica e política dos gays deve-se ao fato de que quando um homem não sente tesão pelo sexo oposto, simplesmente ele não tem ereção, inviabilizando a relação erótica. As mulheres podem camuflar muito mais facilmente sua homossexualidade, pois mesmo não gostando de homens, podem ‘suportar’ passivamente penetrações, sem levantar suspeita sobre seu verdadeiro objeto de desejo. As lésbicas são muito mais aceitas que os gays, pois mesmo as ‘sapatonas machudas’ ameaçam menos a hegemonia do macho: o gay, sobretudo quando andrógino, abala e balança o pedestal do macho, por abdicar da dominação das fêmeas e assumir papéis e fantasias do sexo frágil". Luiz Mott (antropólogo, ativista gay)

Fonte

26 de maio de 2012

Vibrador pode ser o melhor amigo da mulher

Pesquisa realizada com mais de duas mil mulheres nos EUA indica que quem usa vibrador tem melhor vida sexual e toma mais cuidado com a saúde

Se quando alguém fala em vibrador você imediatamente pensa em “sacanagem”, é melhor pensar de novo. Os brinquedinhos sexuais podem proporcionar às mulheres sexo de melhor qualidade e até uma vida mais saudável, fisicamente e mentalmente. É o que mostra um estudo feito pelo Instituto Kinsey, da Universidade de Indiana, nos EUA. A pesquisa foi realizada com um grupo de 2056 mulheres com idades entre 18 e 60 anos. Destas, mais de 52% declararam já ter usado um vibrador.

De acordo com os dados do estudo, as mulheres que usam vibradores fazem mais exames ginecológicos periódicos e autoexames do que as outras. “O que o vibrador traz para as mulheres é uma coisa que não tem preço, que é o autoconhecimento. Muitas mulheres têm vergonha de se tocar, de conhecer seu corpo. E a mulher que se masturba, com ou sem vibrador, se conhece melhor e sabe quando uma secreção está alterada ou se há algo diferente em seu corpo”, defende a ginecologista e sexóloga Carolina Ambrogini, coordenadora do Projeto Afrodite, do ambulatório de sexualidade feminina da Unifesp.

O vibrador pode ser também um grande aliado da saúde psicológica. “Muitas mulheres não encontram prazer no sexo porque não aprenderam a se masturbar na puberdade. Quando uma mulher não consegue nunca atingir o orgasmo, ela sofre um baque em sua autoestima. Se sente incapaz, pensa que é frígida. Muitas vezes o que falta é uma estimulação do clitóris mais intensa. Neste caso, o vibrador é um excelente instrumento facilitador do orgasmo”, explica a psicóloga e sexóloga Dulce Barros. Com a vibração contínua dos brinquedinhos eróticos, as mulheres atingem o clímax mais rápido do que ao se masturbar com as mãos.

“Ao descobrir que sim, ela é capaz de ter orgasmos, a mulher se sente libertada, e acaba tendo uma percepção de si mesma muito diferente. A autoestima melhora milhões de vezes, e em todas as áreas: trabalho, relacionamento com amigos, família”, diz Dulce.

A paulistana Daniela conta que seu primeiro vibrador fez parte de um grande processo de melhoria sexual. “Quando terminei meu primeiro namoro sério, nosso relacionamento era praticamente assexuado. Foi então que comprei meu primeiro vibrador, e minha libido aumentou muito. Me liberei, me descobri e pude perceber do que eu gostava mesmo no sexo. Hoje sou mais confiante, consigo pedir o que quero aos meus parceiros. O sexo se tornou mais divertido e leve”.

Além de melhor amigo da mulher, o vibrador pode ser o melhor amigo do casal. O estudo do Instituto Kinsey mostra que o uso do vibrador faz com que as mulheres tenham melhor lubrificação, mais excitação e desejo. Uma das hipóteses defendidas pelos pesquisadores é que as experiências sexuais prazerosas obtidas pelo uso do vibrador levem as mulheres a sentir mais vontade de fazer sexo com um parceiro.

“A masturbação faz com que as mulheres descubram novas posições e fantasiem mais”, explica Carolina. Usar o vibrador, sozinha ou acompanhada, ajuda inclusive quando o casal vai para a cama sem nenhum acessório. “A mulher que se masturba tem mais condições de expressar para o parceiro quais tipos de estímulos funcionam para ela alcançar o orgasmo”, diz Dulce.

A carioca Carla usa vibradores há sete anos, e é defensora do uso a dois: “Acredito que o vibrador pode, sim, melhorar a vida sexual, porque traz novas sensações e pode abrir horizontes para que os parceiros se conheçam mais, conheçam melhor as reações do outro, enfim, descubram novas formas de dar e receber prazer, juntos”, conta.

Mas as mulheres não devem ser reféns dos brinquedinhos. Se a mulher só consegue ter orgasmo se masturbando com o vibrador, sozinha, e não sente prazer com um parceiro, pode ser um sinal de problema. “Com a masturbação a mulher aprende como desenvolver o orgasmo, e deve usar este conhecimento a seu favor, explicando para o parceiro como ele pode ajudá-la a ter prazer. A capacidade de sentir prazer é dela, e não do vibrador”, encerra Dulce.

Fonte
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